E então?
Vamos dizer que a vida é um desafio. E é mesmo em todos os sentidos.
Visão, tato, olfato, paladar e audição.
A audição é um que usamos muito bem quando se é bem pequenininho, afinal de contas primeiro se ouve, para depois aprender, essa é a lei. Mas, o que fazemos com ele, com o sentido audição?Visão, ah...espera aí isso garanto que todos que não foram privados...êpa PRIVADOS!Pronto chegou uma palavrinha chata e que nos acompanha....
Tá já sei. Mudei o assunto. E? O texto é de quem ? Certo vocês , ou apenas você que lê, isso você mesmo magrelo! Você que está sentado e digitando essas palavras que saem da nossa cabeça é você mesmo...você tem todo direito de reclamar, de questionar, de fazer o que você bem entender...guardando as devidas proporções de seus atos.
Não estou falando de castigo, nem de veja mais não toque, de que você vai pagar na sua outra vida, será?
E se será?
É simples, faça aquilo que você considera uma coisa boa, uhmmm....Coisa boa! Agora vem aquele lance que me persegue, faça o que for, isso é certo? Ou é errado? Que coisinha mais maniqueísta, sou maniqueísta?
Tem também o lance que todo mundo fala, depende da sua perspectiva. Tem tanta gente que fala!
Pois bem e ora pois, fale também?
Mas o quê?
Quem sabe sobre a política? Não!
Sobre a seleção brasileira?
Taí duas coisas que brasileiro entende pacas e quando assume o poder simplesmente esquece!Será que se o salário fosse realmente de sal, eles esqueceriam? Digo o Homem, onde me incluo esqueceria?Será um defeio genético, se for os ciêntista que estudam o Genoma não vão poder pesquisar nada sobre isso.
Vixi, cá estou eu viajando em teorias conspiratórias e bem piratórias e o que não é de se pirar.
O texto era sobre os sentidos, mas quem são sentidos?
No colégio em determinada época diziam:
- Você está ressentido comigo! O que vem a ser ressentido, uma pessoa que sente duas vezes? Ou repete msentido, sei lá tem um sentido a mais tendo o privilégio de ter um sentido olfato, visão...dobrado, hummm...Não é isso não, sentido é uma coisa que você sente e muito, pois quem sente não tem privilégio, vide alguns artistas por aí, se não são burgueses não são artistas, eita trocadiho sem vergonha com o poeta. E mais que texto sem pé nem cabeça, mas saiu da minha cabeça, pelo menos saiu da minha cabeça. É saiu!
Por que saiu!?
Saiu porque eu penso ou penso que penso, digo é tudo uma questão de perspectiva, eu sou as pessoas, sentido, de sentir sentindo, sei lá...
E você quer conversar? Quer dialogar? O mal do século é o egoísmo de pensar que a solidão é a solução, mesmo que ela seja a melhor opção em alguns momentos.
Vamos dizer que a vida é um desafio. E é mesmo em todos os sentidos.
Penso logo existo! Ser... logo penso, escrevo... logo não sou escritor, Sinto logo sonho?
E você que está aí sentado? Compartilharia esse café que você está tomando comigo? Se não compartilhar esse café compartilhe... o amor não o egoísmo!
Sim é uma mensagem auto ajuda positivista, gosto de Kafka e não li Kiekgaard, mas sei que o amor é um caminho, divida o que você pensa com todos, divida coisas boas com todos.
Repito a vida é um desafio e temos que fazer alguma coisa com o tempo que nos é dado.
Repito porque preciso lembrar para não esquecer!
Amém!
Namastê.
Mãos em prece!
Inté....
Existem ótimos filmes!

Sútil, inteligente, delicado, apaixonante, profundo e acima de tudo muito bem feito!
Posso usar sem sombra de dúvidas esta frase para definir o filme “Breakfast at Tiffanny’s” baseado na novela de Truman Capote, que recentemente teve a sua biografia filmada para o cinema.(Ainda não vi), voltemos ao “Bonequinha de luxo”
. . Ah sim, este é o título dado ao filme em português não poderia cair melhor.
Vale ressaltar que o filme tem atuações impecáveis de Audrey Hepburn e George Peppard além de uma trilha sonora maravilhosa. 
Porque é sutil, inteligente, apaixonante, profundo e acima de tudo muito bem feito?
Bem, quem viu comente, quem não viu, corra e veja e vamos falar sobre este belo filme!
Segue abaixo algumas informações sobre o filme:
Título Original: Breakfast at Tiffany's
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 115 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1961
Estúdio: Paramount Pictures / Jurow-Shepherd
Distribuição: Paramount Pictures
Direção: Blake Edwards
Roteiro: George Axelrod, baseado em livro de Truman Capote
Produção: Martin Jurow e Richard Shepherd
Música: Henry Mancini
Fotografia: Franz Planer e Philip H. Lathrop
Direção de Arte: Roland Anderson e Hal Pereira
Figurino: Hubert de Givenchy e Pauline Trigere
Edição: Howard A. Smith
Elenco
Audrey Hepburn (Holly Golightly)
George Peppard (Paul "Fred" Varjak)
Patricia Neal (Tooley)
Buddy Ebsen (Doc Golightly)
Martin Balsam (O.J. Berman)
José Luis de Villalonga (José da Silva Pereira)
Alan Reed (Sally Tomato)
Dorothy Whitney (Mag Wildwood)
Stanely Adams (Rusty Trawler)
Claude Stroud (Sid Arbuck)
Mickey Rooney (Sr. Yunioshi)
John McGiver (Vendedor da Tiffany's)
Informações encontradas no site http://adorocinema.cidadeinternet.com.br
Rosebud (O Verbo e a Verba)
Essa música diz muita coisa,vale a pena compartilhar, não só a música, mas o meu momento.
Dolores, dólares...
O verbo saiu com os amigos
pra bater um papo na esquina,
A verba pagava as despesas,
porque ela era tudo o que ele tinha.
O verbo não soube explicar depois,porque foi que a verba sumiu.
Nos braços de outras palavraso verbo afogou sua mágoa, e dormiu.
Dolores e dólares.... rosebud
O verbo gastou saliva,de tanto falar pro nada.
A verba era fria e calada,
mas ele sabia, lhe dava valor.
O verbo tentou se matar em silêncio,
e depois quando a verba chegou,
era tarde demaiso cádaver jazia,
a verba caiu aos seus pés a chorar
lágrimas de hipocrisia.
rosebud, dolores e dolares...
Composição: Lenine / Lula Queiroga
Declaração de Amor
Se fosse para descrever do momento específico com muita e absoluta certeza não saberia descrever. Sei do pouco que me lembro que era escuro e viscoso, a cor e o cheiro pouco era a palavra repugnante.
Não tinha de fato nada de agradável ou heróico, era difícil, por pouco insuportável, nesta altura meu corpo desobedecia de maneira ríspida, foi nessa hora que caí.
Pouco ou muito depois acordei banhado em algo fétido e vital, custou para que eu ficasse em pé. No entanto a dúvida do que poderia ocorrer se ali ficasse fez me andar mais um pouco e foi de fato mais um pouco, meu corpo parou de vez, meu pensamento foi, sozinho fiquei, largado, jogado. Perdido, bem no centro de suas entranhas.
Noite
As nuvens começam a se carregar, mais lento se tornam seus movimentos.
Pela manhã o sol foi estupendo, não demorou para sair e nem pra se ir.
Ele caminhava lentamente pelas ruas, o seu andar parecia cansado, mas determinado como sempre.
As ruas estavam sujas, o ar mais poluído, o clima pesado, as pessoas com taquicardia, e com pressão baixa, apesar da alta pressão que são submetidas.
O olho do mundo observava, o esgoto entre e as ruas e a sujeira vazando das cabeças de alguns.
O caminhar ficou mais lento, ele chegou a entrada de uma espécie de beco, virou a direita, quase tropeçou em um saco de lixo, o cheiro era horrível, havia um animal morto dentro dele, tal cena o fez vomitar, ele prosseguiu logo depois beco adentro, estava mais curvado que o normal, seu liso cabelo, extremamente liso arrastava pela água que estava ali parada há tempos. No final do beco tinha uma coberta azul desgastada pendurada em cabos de antigas vassouras e em embaixo deste lugar quatro cachorrinhos recém-nascidos e dois gatos, um pouco mais ao lado dois potes com leite e um pouco de arroz, ao ameaçar entrar nesta quase cabana, um dos gatos pulou perto dos pequenos bichinhos, o outro saiu correndo na direção contraria.
Um trovão rompe o silêncio.
A chuva desaba.
Alguns momentos depois chega um homem bem velho, acompanhado pelo gato que correra.
- Quem tá ai?
O homem que estava agachado com um dos pequenos cachorros na palma da mão se levantou...
- Eu perguntei quem tá ai?
O homem coloca o cão no chão e vai na direção do velho homem, colocando em seu ombro a mão.
O velho retira a mão pesada do homem com rispidez e cai pela força utilizada e pela falta dela.
O homem o segura...
O velho se assusta, o gato mia.
A chuva não pára.
O homem abraça o velho.
O vento leva a coberta, os gatos correm, os filhotinhos começam a resmungar, e o velho aproveitando a chuva, deságua a chorar junto com a chuva no ombro do estranho homem, que ao perceber o que estava acontecendo, aperta os olhos como que segurando as lágrimas e eles assim ficaram.
O vento levou a chuva também embora, os dois continuaram abraçados. Os gatos retornam, o tempo continua a se abrir e a passar.
Os gatos bebem o leite, os pequeninos continuam a resmungando, a noite começa a chegar e os dois ainda estão imóveis.
A noite chega, o cheiro daquele animal morto é maior, chegando a ser quase insuportável.
O homem se levanta, delicadamente coloca o velho no chão, se aproxima dos animais e com sua grande e desproporcional boca começa a cantar. Os bichos aos poucos começam a se alegrar, é quase meia noite, estranhas pessoas caminham na rua, mas o homem deixou isso de lado pelo menos naquele momento e continuou a cantar, e a noite parou, parou para escutar.
O cheiro do animal morto aumentou exacerbadamente e todos trocaram de lugar.
O homem parou de cantar, se levantou e partiu na direção do sol que estava nascendo, com uma lágrima escondida em seu escondido rosto deixando para trás o corpo do velho ainda deitado.
Texto de 2004 com algumas alterações
Claudio Rosa
É pra rir? Ou pra chorar?
Esse ano tá foda, to apanhando pacas.
Será que no final de tudo eu consigo queimar o cosmo...
HAHAHAHA!!!!!
O Pensador já disse:
É pra rir ou pra chorar? hahaha
O Pessimista. Escrita em 08/12/2000
Postada em 03/04/2006 - Em apoio ao que o J. Kagyn escreveu no http://infinitoparticular.blogspot.com/Me designo o poço.
A solidão.
A imprudência.
E os erros do coração.
Me fecho.
Crio uma ilha.
Me tranco.
Num calabouço claudiano.
Que importa?
Nada...?
Não sei diferenciar.
Sinto somente as perdas.
Tenho confiança.
Não por mim.
Mas as tenho.
Pela necessidade de tê-las.
Sou fraco.
Sou pevertido egocêntrico.
Sou o nada.
E o tudo do meu ser depressivo.
Amar.
Sentir.
Já viu?
Me esqueci.
Minto.
A mentira mais cega que já existira.
Meu sentimento se é que ele é ainda meu.
Me conforta e descontrola.
O arrependimento das coisas mal feitas veêm
á tona.
E as desculpas surgem
Não liguem pra mim.
Não mais preciso disso.
Não mais...
Apenas finjo ser alegre.
Não me sinto bem.
Sinto falta.
Sinto falta do que tinha.
Unido ao medo de cometer
erros e perder o que ainda penso que tenho.